30 de novembro de 2011

Inquietude




Alguém sabe me dizer como adormecer fora do peito?  Se alguém souber, eu prometo que arrumo o coração numa caixinha e não faço mais barulho com alma….

10 Deixaram sua Essencia:

  1. Buscas o aconchego para o coração e a alma...olhe para onde brilha o sol e encontrará a "caixinha".

    durma bem ;)

    Beeeijo, querida.

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  2. Se alguém te responder, me conta? Também quero e preciso saber...

    =\

    Um beijo.

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  3. Se descobrir me avise porque eu também não sei... ah! Como é difícil essa inquietude da alma!

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  4. Se alguém lhe contar por favor me conte.
    beijos

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  5. Ouça o silêncio e repouse. Beijos!

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  6. Êita nóis!!! Quantas sôdades docê minina amaaada...Fecha, reabre e nem pra dizer nada??? Continuo sua fã de carteirinha!
    Beijuuss n.a.

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  7. Voltei pra perguntar se posso recolocar sua Essência na minha listinha? Ou pretende fechá-lo?rsrs Inquietude pouca é bobagem!

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  8. Minha querida

    Eu também queria saber como se faz.

    Deixo um beijinho
    Sonhadora

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  9. Não precisamos ter vergonha dos barulhos da alma. Corações não foram feitos para morar numa caixinha mesmo, mas libertos. Muito menos diante de inquietudes. Se fosse assim, seria muito fácil. Bastávamos que nos prendêssemos. Evitaríamos coisas desnecessárias. Mas não acho que seja o intuito, desafiarmos o que nos é tão necessário. Corações existem para sentir. Ou seja, pulsar. Deixa-o sibilar. O trepidar de seu ritmo é que dá o tom da alma. Em pingos ou ruídos, tudo se faz som pelas suas palpitações. O que trisca no fundo pode ser amargo ou doce, mas esta imprevisibilidade faz parte do jogo de viver. Dias nublados existem para dias com céus azuis, da mesma forma que o verso para o inverso.

    Mas a inquietude aflige sim. Eu também queria saber a resposta. Porque é possível ter um escudo que amenize certos impasses da alma. Esta é a grande lição a ser aprendida. Mas não acho que devemos adormecer fora, mas procurar acalmar as palpitações aceleradas; Talvez a vida ao redor nos indique de certa forma... a dormirmos abraçados com o que nos cutuca.

    A alma mais profunda indica o que devemos procurar. Talvez a indestrutível força da vida... os ossos.

    “Peneire o deserto e veja o que encontra. Essa é a única tarefa que temos de cumprir. Vá recolher os ossos”

    A quietude é algo que coletamos ao nos chocarmos com o horizonte, no qual o sol morre... Lá tudo se faz sentido. O amor flutua com liberdade. Algumas resoluções nos tornam mais completos. Costura novamente o que se desfiou no âmago.

    Beijo!

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A troca de idéias e de palavras me conquista. Sou apaixonada pelas palavras e quando estas não são minhas, são aquelas que de mim fazem parte, torno-me refém, sílaba por sílaba. Estas que são as palavras de vocês ao opinar lendo-me. Trocando-me. Sentindo-me. A dor e a felicidade moram logo ali no coração de todos e expressa-las é uma arte. Jamais devemos temê-las. Se passares por aqui, troque comigo uma palavra sua. Deixe o simples, o verdadeiro, que é seu. Só seu. O sentimento!

Um beijo. Obrigada!